quinta-feira, 3 de março de 2011

Cortesia


O Evangelho não ensina a polidez formalista corrente no mundo, mas a cortesia que deriva de um coração cheio de bondade. Não pleiteamos aquela manifestação do que o mundo chama de cortesia, mas aquela cortesia que cada um levará consigo para as mansões dos bem-aventurados.

O verdadeiro refinamento não se revelara jamais, enquanto nos considerarmos a nós mesmos como o objeto supremo. O amor deve residir no coração. O cristão verdadeiro tira seus motivos de ação do profundo amor pelo mestre. Do amor a Cristo brota o interesse abnegado por seus irmãos.

Caso exista no coração a divina harmonia da verdade e do amor, resplandecerá em palavras e ações... O Espírito de genuína beneficência deve habitar no coração.
O amor da graça, propriedade e modéstia na conduta daquele que o possui.
O amor ilumina o semblante e suaviza a voz; enobrece e eleva a inteira personalidade. Põe-na em harmonia com Deus; pois é um atributo celeste.