sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Segredo do inimigo



“Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, pois dele procedem as saídas da vida.” Provérbios 4:23.
Permita-me uma sugestão pouco confortável, mas imagine você no lugar de Satanás. Sua missão é controlar os seres humanos e mantê-los em rebelião a Deus. Seu ódio por Jesus te motiva a estabelecer uma forma de manipular a mente, onde está a sede das decisões de cada ser.

Em primeiro lugar você precisa de um plano. Como bom estrategista, não pode revelá-lo a ninguém. Com o plano ultra-secreto em mãos, marca uma reunião com seus aliados – os anjos caídos.

Os anjos ao ouvirem sua proposta infalível o aplaudem em pé. Fantástico! Imbatível! Os humanos serão como robôs controlados pelo mal! Enfim, as hostes malignas terão pleno controle da mente humana.

Pouco tempo depois você fica atônito – seu plano secreto fora revelado aos cristãos! Por essa você não contava, mas como esquecer que Deus sabe de todas as coisas!? Tudo o que foi tramado saiu nos noticiários adventistas, isso mesmo, foi tudo publicado! Ao abrir o texto da “repórter” Ellen G. White você não acredita no que lê:

“Satanás reuniu os anjos caídos a fim de inventar algum meio de fazer o máximo de mal possível à família humana. Foi apresentada proposta sobre proposta, até que finalmente Satanás mesmo imaginou um plano. Ele tomaria o fruto da vide, também o trigo e outras coisas dadas por Deus como alimento, e convertê-los-ia em veneno que arruinariam as faculdades físicas, mentais e morais do homem, dominariam de tal maneira os sentidos que Satanás teria sobre eles inteiro controle... Mediante o apetite pervertido, o mundo seria corrompido”. (E.G.White. Conselhos Para a Igreja, 103 e 104)
A mente humana tem sido comparada a um computador, em que a memória está a ser continuamente programada por uma destas duas fontes: Cristo ou Satanás. Como um computador, o seu funcionamento depende da informação
recebida. Entenda como Deus se comunica conosco e como o que ingerimos tem haver diretamente com nossa espiritualidade e moralidade.

“Os nervos cerebrais que se comunicam com todo o organismo são os únicos meios pelos quais o Céu se pode comunicar com o homem, em influenciar sua vida mais íntima. Seja o que for que perturbe a circulação das correntes elétricas no sistema nervoso, diminui a resistência das forças vitais, e o resultado é um amortecimento das sensibilidades da mente.” (E.G.White, Conselhos Para a Igreja,103) .
“A intemperança de qualquer espécie insensibiliza os órgãos da percepção e enfraquece de tal maneira o poder dos nervos cerebrais que as coisas eternas não mais são apreciadas, mas são colocadas no mesmo nível das comuns. As mais elevadas faculdades da mente, que visavam os mais alevantados propósitos, são trazidas em servidão às paixões mais baixas. Se nossos hábitos físicos não forem corretos, nossas faculdades mentais e morais não podem ser fortes; pois existe grande afinidade entre o físico e o moral” (E.G.White, Conselhos Para a Igreja,103).
Agora de forma mais detalhada e citando nomes, Deus revela quais são os principais vícios usados por Satanás para controlar a mente humana: “Satanás está levando o mundo em cativeiro mediante o uso das bebidas alcoólicas e do fumo, café e chá preto. A mente dada por Deus, que deve ser conservada clara, é pervertida pelo uso de narcóticos. O cérebro não mais é capaz de discernir corretamente. O inimigo tem o controle. O homem vendeu sua razão por aquilo que o enlouquece. Não tem senso algum do que é direito. Todavia a maldição da bebida alcoólica é legalizada, e opera ruína indizível nas mãos dos que gostam de condescender com aquilo que, não somente arruína a pobre vítima, mas a família inteira”. (E.G.White, Evangelismo. 529).

“Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, pois dele procedem as saídas da vida” Provérbios 4:23.
Para haver uma mudança em nossos hábitos de alimentação e estilo de vida, precisamos em primeiro lugar mudar nosso interior e nossa compreensão acerca deste assunto. Infelizmente temos a tendência de colocar nosso gosto ou prazer acima da razão e da espiritualidade.

“Como o fermento, misturado à farinha, opera do interior para o exterior, assim é pela renovação do coração, que a graça de Deus atua para transformar a vida. Não basta a mudança exterior para nos pôr em harmonia com Deus. Muitos há que procuram mudar, corrigindo este ou aquele mau hábito, e esperam desse modo tornar-se cristãos, mas estão a começar no lugar
errado. O nosso primeiro trabalho é no coração.” (E.G.White, Parábolas de Jesus, 97).


Agora você já sabe sobre o plano ultra-secreto de Satanás. Mas espere um pouquinho, o que você faria no lugar dele agora que seu plano foi descoberto pelos adventistas? Pense um pouco! Não sei o que você pensou, mas posso dizer que Satanás está satisfeito, pois mesmo tendo seu plano descoberto parece que muitos não estão nem aí, a maioria ignora os “Conselhos Sobre Saúde” e os “Conselhos Sobre o Regime Alimentar”.

Muitos zombam dos que estão tentando praticar um regime saudável com piadinhas, ou se desculpam dizendo ser extremistas os que o praticam, e que o “equilíbrio” é o ideal. Terrível engano, chamar de equilíbrio usar alimentos ou bebidas que interrompem a comunicação com o Céu!

“Você é o que você come”, diz um ditado, que poderia muito bem estar na Bíblia devido à sua veracidade. Jesus morreu por você e deseja ser o Senhor da sua vida. Ele deseja colocar Suas vestes de justiça para encobrir nossos pecados e nos perdoar. É por isso que Ele tem tanto interesse em nossa saúde mental e física, pois disso depende uma eficaz comunicação entre Deus e o homem.

PR. YURI RAVEM

JACÓ, O PAI E A BENÇÃO.





Uma família disfuncional 

Um dos aspectos mais extraordinários da Revelação Divina é o facto de Deus ter 
escolhido falar-nos não através de grandes discursos teológicos, cansativos e fáceis de 
esquecer, mas através da Sua relação e interacção com um povo,com famílias, com 
pessoas. As experiencias e dinâmicas nas vidas dos personagens bíblicos facilitam o 
despertar das consciências através do processo de modelagem e de identificação, 
tornando-se numa fonte, excelente, de ensinos sempre vivos e actuais. 
A relação parental estabelecida entre Isaque e Rebeca e  os seus dois filhos é disso um 
exemplo eloquente. Como em muitas famílias de hoje, esta relação é problemática, 
diríamos mesmo, disfuncional, entravando o processo de amadurecimento de uns e de 
outros. Essa disfuncionalidade manifesta-se plenamente na célebre cena em que Jacó, 
“mascarado” de Esaú engana grosseiramente o pai, rouba a bênção ao irmão, 
desencadeia uma crise familiar que, para além do sofrimento de todos, lhe valeu a ele 
uma fuga apressada que se tornaria numa errância de 20 anos. 

As Causas 
As causas do Drama vinham de longe tendo a sua origem, mais evidente, no favoritismo 
dos pais por cada um dos filhos. Diz-nos o texto, como para nos dar a explicação do que 
vem a seguir que: “cumprindo-se os seus dias para dar à luz, eis gémeos no seu ventre. 
E saiu o primeiro ruivo e todo como um vestido cabeludo; por isso chamaram o  seu 
nome Esaú. E depois saiu o seu irmão agarrada sua mão ao calcanhar de Esaú; por 
isso se chamou o seu nome Jacó. E era Isaque da idade de 60 anos quando os gerou. E 
cresceram os meninos, e Esaú foi varão perito na caça, varão de campo;mas Jacó era 
varão simples, habitando em tendas. E amava Isaque a Esaú, porque a caça era de seu 
gosto; mas Rebeca amava a Jacó.” 

A preferência é como uma espécie de selecção natural dos relacionamentos. Preferimos 
aqueles com quem nos identificamos mais, ou aqueles cuja relação  nos exige menos, 
nos questiona menos e, por isso, nos satisfaz mais, ainda que, por certo, nos enriqueça 
menos. Rebeca preferiu Jacó por o pressentir mais sensível, talvez por o identificar com 
o eleito de Deus…Para Isaque, era evidente que Esaú era o futuro chefe da tribo,  do 
clã; desde o nascimento transportava as marcas duma varonilidade extraordinária, era 
todo peludo, o que fez o orgulho do pai… Esta preferência levou-o a passar-lhe todos os 
seus gostos, todo o seu “saber fazer”. Esaú torna-se caçador como o  pai, tendo deste 
toda a admiração. Essa transmissão de gostos e vocações implicou tempo de qualidade 
passado entre pai e filho e teve como resultado uma grande cumplicidade entre ambos. 
Jacó, por sua vez, do que é que gostava? Nem sabemos! Diz o texto que “Era varão 
simples”, parece querer dizer sem gosto, sem desejo, agarrado às saias da mãe, sem 
orientação porque, “sem pai”. 
Esta preferência vai marcar negativamente toda a vida dos  filhos, vai prejudicar o seu 
desenvolvimento emocional, psicológico e social. O problema com aspreferências é 
que os filhos que não são preferidos sentem-se não amados; os pais podem amar o filho 
preferido 100% e o filho não preferido 99,99%, apenas 0,1% a menos, mas  o não 
preferido sentir-se-á, simplesmente, não amado. 

•  Resultado na vida dos Filhos 
A Esau, vai faltar-lhe muito de mãe, possivelmente o seu carácter agressivo, a falta de 
sensibilidade e fineza, que se vê na sua atitude para com o  direito de primogenitura, 
mostra que Esaú tem uma personalidade “tosca”; ter-lhe-ia feito muito bem uma maior 
presença materna no seu crescimento, que o tivesse ajudado adesenvolver algumas 
qualidades ditas “femininas”, como a sensibilidade…
A Jacó, faltou-lhe, com toda a evidência, muito de pai. A sua personalidade, e a sua 
existência, vão ser marcadas pela, assim sentida, ausênciade pai. 
Como primeira consequência, negativa, para Jacó, o défice de paivaleu-lhe o dobro de 
mãe. Demasiado de mãe e pouco de pai vão fazer de Jacó um homem inseguro e mal na 
sua própria pele. Jacó é habitado por um único desejo: apoderar-se do que  é do irmão. 
Só lhe faltava o que era do outro…

A bênção era o seu grande desejo porque a falta da bênção era o seu grande problema! 
Não se sentindo amado, reconhecido, confirmado na sua identidade de  homem pelo 
único que o poderia fazer, o pai, Jacó sente-se desabençoado. Direito de primogenitura, 
bênção e tudo o resto, só tinham valor para ele porque representavam o reconhecimento 
do seu valor e dignidade pelo pai. Podemos perguntar, porque foi Jacó tão longe na sua 
ousadia? Na realidade não foi apenas uma ousadia ou brincadeirade mau gosto, foi o 
resultado duma ânsia, dum desejo não satisfeito, sufocado ao longo da infância e da 
juventude, que não podia mais ser contido. Era o momento esperado e desejado durante 
anos para obter a única coisa que para ele fazia sentido: A bênção! 
Jacó e a bênção, a busca incansável 

Jacó vai toda a vida procurar essa bênção e não a vai encontrar. Nas suas peregrinações 
em casa de Labão é vítima de engano e exploração. Há quem veja nos enganos de 
Labão a punição do que Jacó tinha feito ao irmão. Numa leitura moraldo texto, talvez; 
mas numa leitura psicológica podemos dizer que Jacó recebe, sobretudo, o quinhão da 
sua insegurança e baixa auto-estima, forjadas pela rejeição  paterna. Os inseguros são 
presa fácil para os aproveitadores de todos os géneros, tempos e lugares. É quando se 
sente fraqueza que se abusa. Ainda hoje são os jovens inseguros quesão vítimas dos 
traficantes, dos gurus, dos espertos…
O vau do Jaboque e a bênção 

Vinte anos depois, Jacó regressa a casa, e a sua angústia noVau do Jaboque, é bem a 
prova de que ainda não se sente abençoado. “Não te deixarei partirse me não 
abençoares!” diz para o anjo. A resposta do Anjo é também sintomática da necessidade 
de Jacó: “O teu nome não se dirá mais Jacó mas Israel, “Lutadorde Deus. Sim lutaste 
com os homens e com Deus e venceste.”

Esta bênção dá, finalmente, a Jacó o reconhecimento, a confirmação do valor e da 
dignidade que tinha buscado toda a sua vida. Ser chamado Vencedor com Deus, é muito 
diferente de ser chamado Enganador…A partir desse momento Jacó é um  homem 
calmo, sossegado, reconciliado consigo mesmo e com o irmão, é umhomem 
abençoado. 

A importância do papel do pai
Pergunto aos pais de hoje: sentem-se os vossos filhos abençoados? Não  pergunto se 
amam os vossos filhos? Mas, se eles se sentem abençoados? 
O papel do pai, durante séculos e em quase todas as culturas, foi trabalhar para 
alimentar os filhos e para os defender de agressões externas.  A maioria dos pais 
identificou-se bem de mais com esse papel e muitos, ainda hoje, pensam que cumprem 
o seu dever de pais ganhando para o suprimento das necessidades da  família. São, 
muitas vezes, ausentes na educação dos filhos e insuficientes na relação com eles. 
Existe, segundo alguns autores, um DÉFICE de pai no desenvolvimento dos indivíduos. 
Esta ausência pode ser física – morte, divórcio, viagens de negócios… Mas pode ser 
também ausência de interesse, de afecto, de envolvimento,de limites, em suma, 
ausência duma verdadeira relação; ou então presença negativa,quando violenta, tirânica 
ou alcoólica…
As mães, ainda que reclamem e, algumas, até possam sentir-se vítimas, por terem que 
assumir, com frequência, os dois papéis, lá no fundo não é assim  tão desagradável que 
os filhos as prefiram, dependam delas, não possam passar sem elas, etc. Mas quem paga 
a factura pela ausência do pai não é a mãe, são os filhos! 

•  O pai e o processo de identificação 
Identificação sexual: A identificação é um processo psicológico pelo qual um sujeito 
assimila um aspecto, uma propriedade ou um atributo de outro e setransforma total ou 
parcialmente a partir desse modelo. Para poder ser idêntico a si próprio é necessário ser 
primeiro idêntico a alguém de outro, o ser humano estrutura-se incorporando, imitando, 
alguém. 

A primeira identificação de toda a criança é efectuada sobrea mãe. Ora para tornar-se 
homem, o rapaz deve passar desta primeira identificação com amãe à identificação com 
o pai. Esta transferência de identificação é complexa e deve ser ajudada e facilitada por 
uma presença positiva e adequada do pai 
Ao duo “mãe - filho”, deve substituir-se o trio “pai – mãe – filho”. Se o pai está ausente 
esta transferência de identificação faz-se dificilmente  e pode mesmo não se fazer. A 
ausência de pai implica, automaticamente, uma influencia acrescida de mãe tornando-a 
demasiado forte como modelo. O pai é o primeiro “outro” que a criançaencontra fora 
do ventre de sua mãe. Ainda antes de ser o pai, ele é o “não mãe”. Ele, e só ele, provoca 
a diferença. O pai é a alternativa que permite a diferenciação e separação da mãe… 
Quando o pai esteve, significativamente, ausente ou teve uma presença muito negativa, 
o filho terá dificuldade na sua identificação de homem. Estudos têm revelado que a 
tendência homossexual está, frequentemente, relacionada com a ausência de pai. A nível 

da identidade masculina o homem seria, segundo alguns, um “colosso  com pés de 
barro” precisamente pela ausência ou não adequação do modelo paternal. 
A nível socialo pai facilita a passagem do mundo da família ao da Sociedade. As 
crianças bem “paternadas” sentem-se mais seguras nos estudos,na escolha de uma 
carreira ou na tomada de iniciativas pessoais. Ter sido amado de maneira incondicional 
pelo pai, significa que este se mostrou atento, se interessou realmente pelos projectos 
dos filhos, ao mesmo tempo que teve o cuidado de colocar certos limites, criando assim 
um enquadramento seguro, indispensável a um desenvolvimento harmonioso.

•  Identificação espiritual 
Também no que diz respeito à identificação espiritual a presença dopai é muito 
importante. Para que os filhos tenham uma identidade espiritual forte necessitam de se 
ter identificado espiritualmente com os pais, sobretudo aqueles cujos pais são crentes. 
O pai é o membro da família que faz a ponte entre o privado (família) e o público 
(sociedade). No momento em que os filhos devem assumir  socialmentea fé, muitos 
encontram aí um problema. Particularmente os rapazes. Estes  abandonam mais 
facilmente a igreja do que as raparigas, para estas a religião é sempre mais íntima e 
pessoal do que social. Para o rapaz o aspecto social, o seu lugar de homem no meio dos 
outros, é muito importante e, nesse momento, um modelo masculino forte 
espiritualmente, será uma força positiva no assumir da diferença que a fé implica. 

•  O pai adventista 
Face ao exposto, torna-se evidente que, para termos jovens espiritualmente assumidos 
são necessários pais que o sejam também. São necessários pais  que construam 
relacionamentos profundos e afectuosos com os filhos, que tomem iniciativas 
espirituais, a nível do culto familiar, da partilha espiritual, da transmissão de valores e 
do sentido da vida, enfim que sejam os líderes espirituais dassuas famílias e que não 
deixem essa tarefa só às mães, para que, na altura em que os filhos têm que posicionar-se face à fé e às exigências da sociedade, o modelo de que disponhamseja forte e 
transmita convicção. Diz E. White: 
“  O dever do pai para com os filhos não pode ser transferido à mãe. Se ela cumpre o 
seu próprio dever tem tarefa suficiente para levar. Unicamente trabalhando unidos 
podem, pai e mãe, dar desempenho à tarefa que Deus lhes pôs nas mãos.” Lar Adv. 

Deus, um modelo de Pai 
Os pais de hoje, que também sofreram de défice de pai, precisamde fortalecer a sua 
identidade de pais em Deus – o Pai (talvez seja por conhecer antecipadamente este 
défice histórico do pai que Deus se apresente na Sua Palavra comoPai e não como 
mãe). Para isso precisam de estabelecer uma relação significativa com Ele, para 
interiorizar aquilo que significa ser pai. Foi em Deus que Jacóencontrou a bênção que 
fizera defeito ao longo de mais de metade da sua vida. Foi Deusquem o abençoou 
dando-lhe um novo nome, positivo e valorizante com o qual ele poude identificar-se, 
libertar-se e atingir a sua verdadeira estatura humana. O mesmo Deus está, hoje, pronto 
a conceder  a bênçãoa todos os pais que dela necessitem, para poderem abençoar  os 
seus filhos a fim de que estes sejam homens, e mulheres, fortes na VIDA, no AMOR e 
na FÈ. 

Hortelinda Gal (Licenciada em teologia)